Arquivos BLOG - Hospital Veterinário Santa Inês

Blog Santa Inês

Você sabia que há diversos motivos para seu animal vomitar?

Por Ana Rita Pereira

 

cat eating pet food

 

Vômito é um dos principais sintomas relatados pelos proprietários de cães e gatos no serviço de Gastroenterologia. Podendo ser agudo ou crônico (quando ocorre por mais de 3 semanas seguidas), este deve ser devidamente diagnosticado e tratado sempre.

Você sabia que há diversos motivos para seu animal vomitar? A causa pode não ser necessariamente gástrica. Desde alimentos que ele não deveria comer, até doenças graves – que se não forem devidamente diagnosticadas e tratadas precocemente podem evoluir muito. Alguns exemplos de doenças que levam ao vômito são: inflamações no intestino e estômago, alergia alimentar, gastrite aguda e crônica, pancreatite, doença renal, doenças hepáticas, intoxicações etc. Com o histórico (como são os vômitos, quando começaram, qual frequência, conteúdo, se o animal come ou não, etc.) e o exame físico, podemos reduzir as possibilidades em alguns possíveis diagnósticos e assim tratar conforme necessidade e diagnóstico do paciente.

Contudo, comer plantas, mato e grama normalmente não é a causa do vômito. Os animais comem mato e grama pois já estão se sentindo nauseados. A grama tem efeito ligeiramente agressivo ao estômago e eles vomitam quase em seguida. Eles fazem isso justamente para conseguirem vomitar.

O conteúdo do vômito também é muito importante para o seu diagnóstico. Comida, saliva, espuma e bile (líquido amarelo e viscoso), por exemplo. A bile, diferente do que é dito na crença popular, não significa necessariamente que o fígado está doente. A bile é produzida pelo fígado, mas é liberada no início do intestino para fazer a digestão dos alimentos. Os animais podem vomitar bile por estarem em jejum (e aí a bile volta do duodeno pro estômago), ou por apresentar alguma inflamação no início do intestino (duodeno).

É importante ressaltar que vomitar nunca é normal. O único vômito que “aceitamos” como normal é a bola de pelos em gatos. Além desse, se seu cão ou gato vomita mais de uma vez, ou a cada duas semanas, por exemplo, você deve procurar um gastroenterologista para que ele seja diagnosticado adequadamente e iniciar o tratamento o mais rápido que possível. É muito comum ouvirmos que o paciente “sempre vomitou”. Possivelmente, este paciente possui uma doença crônica não diagnosticada.

Portanto, se o seu animal apresenta episódios recorrentes de vômito, é muito importante levá-lo ao veterinário. Procure um gastroenterologista para diagnosticar e tratar adequadamente seu cão ou gato!

Dra. Ana Rita Carvalho Pereira é Médica-veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês

 

 

 

I CURSO TÉCNICO DE PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA

Entre na área que mais cresce na Medicina Veterinária.

Você sabia que o profissional com formatação em patologia clínica é um dos mais difíceis para serem encontrados para trabalhar em hospitais, clínicas e centros de diagnósticos?

OS ALUNOS QUE FIZEREM TODOS OS MÓDULOS (TEÓRICO E PRÁTICO) GANHARÃO UM MICROSCÓPIO.

Para saber mais informações acesse o link: https://goo.gl/forms/Ll4XsEgWZuDAZ50z2

cartazete_patologia_clinica_vet_Corrig.

prog-A4_enc_vet_20161-page-001

 

sta_-saude-bucal_pet

Ao contrário do que muitos pensam, escovar os dentes de cães e gatos não é um hábito estético para manter o hálito fresco do animal. A manutenção da saúde bucal é essencial para a prevenção de doenças e qualidade de vida do seu pet.

Muito mais do que dentes amarelados e mau hálito, a doença periodontal pode ocasionar problemas graves nos animais de estimação. Um dos mais recorrentes é o tártaro. Trata-se de uma placa que se forma a partir do acúmulo de bactérias na boca dos animais. O tártaro pode causar cáries, que por sua vez podem levar a queda dos dentes de cahorros e gatos.

Com o avanço dessa placa bacteriana, pode haver o contato com algum vaso sanguíneo, o que espalha a área de alcance da bactéria, levando a outras doenças. “As bactérias que se encontram na boca do animal podem alcançar a corrente sanguínea e causar infecções graves, como meningite e infecções respiratórias. Os órgãos mais afetados são coração, rins e fígado, além das articulações”, alerta o diretor clínico do Hospital Veterinário Santa Inês, Eduardo Pacheco.

A alimentação com ração e alguns biscoitos e ossinhos podem minimizar ou retardar o aparecimento do tártaro, mas a escovação dentária diária é uma importante atitude para que o problema tenha menor incidência. Entretanto, a manutenção não deve ser feita com creme dental de uso humano, pois pode causar intoxicações e problemas gástricos. “Existem cremes específicos para a limpeza dos dentes dos animais, que podem ser encontrados facilmente em pet shops”, afirma Pacheco.

Se o problema já está instalado, a solução é o acompanhamento de um veterinário especializado para fazer a retirada das placas. Essa limpeza deve ser feita por um especialista, pois é um procedimento cirúrgico, no qual é utilizada anestesia geral, equipamentos e métodos que demandam conhecimento específico para não piorar o caso.

Em caso de dúvida, consulte um veterinário do Hospital Veterinário Santa Inês.

Hospital Veterinário Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1357 – Santana

São Paulo, SP

Telefones: (11) 2265-6911 / (11) 2265-6447.

sta_idosos

A fotógrafa norte-americana Amanda Jones faz retratos de cachorros há mais de 20 anos. Ela uniu vários desses registros no livro Dog Years: Faithful Friends Then & Now (Chronicle Books, 2015).

Em entrevista ao HuffPost US, a fotógrafa comentou a questão da morte do melhor amigo do homem: “Eles têm esse lindo envelhecer e eu quis mostrar como cachorros são criaturas gloriosas”.

Confira algumas imagens:

size_810_16_9_cao-11-ensaio-fotografico size_810_16_9_cao-7-ensaio-fotografico size_810_16_9_cao-6-ensaio-fotografico size_810_16_9_cao-5-ensaio-fotografico size_810_16_9_cao-4-ensaio-fotografico size_810_16_9_cao-3-ensaio-fotografico

sta_viagem

Vai viajar e está com dúvidas da alimentação correta para o seu pet? Então, veja algumas dicas

Está com viagem programada e não vai levar o mascote junto? Então veja as melhores opções para garantir comida ao pet enquanto você não está em casa, de acordo com a veterinária Luciana Santos Oliveira, do Hospital Veterinário Santa Inês (SP):refeicao_para_pets

 

Revista Meu Pet | Ed. 36

sta_vacina

Agosto é conhecido como o mês de prevenção contra a doença da raiva – zoonose que pode levar o animal à morte e colocar a vida do dono e demais pessoas ao redor do animal em risco. A vacina antirrábica é o único meio de proteção contra essa doença. Confira a importância da imunização do seu pet para protegê-lo dessa e outras patologias sérias.

Antes de aplicar as vacinas, é importante que um médico veterinário analise a condição de saúde do pet. “O animal pode estar com uma doença incubada”, alerta Eduardo Pacheco, veterinário e proprietário do Hospital Veterinário Santa Inês, também de São Paulo. Nesse caso, os vírus, mesmo enfraquecidos, podem agravar o quadro e é preciso realizar um tratamento prévio. “Os animais a serem imunizados devem estar com o estado de saúde perfeito. Por ser um produto biológico, a vacina pode fazer com que o bicho sofra uma reversão, que causa alguns sintomas da doença. Isso acontece, por exemplo, com as vacinas contra a gripe usadas em humanos”, compara o profissional.

No caso dos cães, a primeira vacina pode ser tomada quando o animal tiver 45 dias. A V8 ou V10 costuma ser repetida outras duas vezes, com intervalos determinados pelo veterinário. O pet também precisa ser imunizado contra a raiva uma vez por ano. Outras vacinas importantes protegem da giárdia, da traqueobronquite ou tosse dos canis.

Os gatos também devem tomar a primeira vacina aos 45 dias: a tríplice ou quádrupla felina. Com intervalos de três a quatro semanas, elas protegem de doenças como rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia felina e Chlamydia psittaci. A vacina pode ser reforçada anualmente, em dose única, assim como a imunização contra a raiva.
Fique atento aos prazos para manter os bichinhos sempre saudáveis. “Quanto maior for o período de atraso, menor será a capacidade de proteção contra as doenças. Se isso ocorrer, o dono deve evitar levar o animal aos locais de risco de contaminação, como praças, parques, pet shops, etc.”, explica Eduardo Pacheco.

Atenção: para proteger seu animal também é preciso analisar o estabelecimento e o profissional que aplicará as doses. Em 2010, muitos cães e gatos ficaram doentes e alguns chegaram até a morrer depois de tomar a vacina gratuita contra a raiva, em vários estados brasileiros. Para evitar casos como estes, todo cuidado é pouco.

“A escolha do local está ligada à presença de um médico veterinário, às condições de higiene, à forma de armazenamento do material e à credibilidade do laboratório fabricante”, explica Dr. Eduardo. De acordo com o profissional, é fundamental que o dono pesquise o histórico da clínica e verifique como as vacinas são acondicionadas. “São produtos biológicos, que precisam permanecer em uma temperatura adequada. Para isso, são necessários refrigeradores específicos”, diz o veterinário. A presença de um profissional, inscrito no CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária) é importante. É ele quem vai analisar o estado de saúde do animal e verificar se ele está apto a receber a imunização. “Além de estar atento ao lote e ao prazo de validade das vacinas antes da aplicação, o médico deve fornecer as orientações sobre as doenças que serão evitadas e possíveis reações”, completa Eduardo.

Fonte: PetMag

sta_felinos

O que era evidente nos últimos anos, agora está comprovado estatisticamente: a população felina aumentou no Brasil e mundialmente.

Um pouco da história dos felinos, para começar: os lobos –ancestrais do cães – foram domesticados há aproximadamente 100.000 anos com o intuito de ajudar na caça do homem. Já os nossos tão amados gatos, foram domesticados há apenas 4.000 anos, no Egito. Lá, eles ajudavam na proteção da colheita contra ratos, assim quando os egípcios perceberam que os gatos eram eficazes no controle da população de roedores, passaram a considerá-los divinos. Uma das deusas egípcias representadas com uma cabeça de gato é Bastet, ela representa o prazer, a fertilidade, a música e o amor. Os egípcios respeitavam tanto os seus felinos, que quando um gato de estimação morria, eles raspavam as sobrancelhas em sinal de luto. Seu ritual fúnebre se assemelhava ao de um humano, e no século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet. Esse endeusamento felino, no entanto, rendeu uma derrota importante no Império Egípico. Quando Cambises II, comandante do Império Persa, descobriu a devoção dos egípicos pelos gatos, ordenou que seu exército atacasse o Egito com uma fileira de gatos em frente de sua tropa, servindo como escudo. Dessa forma, os egípcios não ofereceram resistência, pois aceitavam perder uma batalha à ferir um felino sagrado!

No mundo moderno, a expansão e o enriquecimento das cidades fez com que o crescimento da população felina acelerasse. Nos EUA, Alemanha e França os gatos já são maioria. No Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), os número de bigodudos nos lares se equipara ao de cães. Hoje, a população brasileira de gatos já ultrapassa 21 milhões.

Autossuficientes, os gatos se adaptam às nossas rotinas (ou falta delas) atribuladas, e com o tempo escasso. Eles são naturalmente limpos e adaptáveis aos pequenos ambientes, são menos exigentes do que os cães, mais silenciosos e muito, mas muito carinhosos!

Para nós, amantes dos bigodudos, é muito bom ver o crescente interesse e amor pela espécie, empresas se dedicando ao desenvolvimento de produtos específicos para eles, além de mais profissionais se especializando nesses bichanos, que a cada dia que passa nos conquistam mais e mais!

Mariane Brunner (CRMV-SP 27060), médica-veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês, especializada em Medicina Felina – ANCLIVEPA-SP e mestranda do Departamento de Patologia Experimental e Comparada – FMVZ-USP.

13458663_981088512012145_3921889744706349900_o

sta_pets no inverno (1)

O inverno se aproxima e é preciso aumentar os cuidados com os pets nessa época do ano. Nesse período, as doenças respiratórias se apresentam com mais frequência e alguns delas podem evoluir para problemas mais sérios.

Uma patologia bastante comum é a Traqueobronquite infecciosa canina, conhecida como a gripe canina ou “tosse dos canis”, adquirida no contato direto com outros animais infectados.

“A prevenção da gripe canina é feita por meio de uma vacina específica. É muito importante conversar com o seu veterinário e realizá-la”, alerta Mariana Buck, médica-veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês.

No caso dos felinos, os espirros podem ser associados ao vírus causador da rinotraqueíte, doença específica dos gatos, e assim como a gripe canina, não transmissível aos humanos, mas que pode trazer desconforto ao animal.

Outra enfermidade bastante frequente nessa época é a temida cinomose. Ela é ocasionada por um vírus muito resistente em ambientes secos e frios, e apresenta sintomas variados, como vômito, diarreia, pneumonia e convulsão, podendo levar o animal ao óbito. Essa doença pode ser evitada com a imunização, com a aplicação da vacina V10.

Além da importância da imunização, Mariana Buck destaca mais uma característica bastante marcante dessa estação, o aumento do gasto calórico: “O organismo dos pets necessita, em média, de 20 a 30% mais de calorias para funcionar no inverno. Então, indicamos aumentar a quantidade de alimento para suprir essa diferença. Porém, temos de ter cuidado para não exagerar e acarretar obesidade”, ressalta.

A higiene é fundamental em qualquer época do ano. O importante é que o pet seja bem assistido. Nos dias mais frios, é recomendado o banho com controle de temperatura da água e do ambiente. Os pet shops, por exemplo, são climatizados.

É importante lembrar também que a pelagem funciona como um isolante térmico para os bichinhos. Assim, as tosas completas deverão ser realizadas nas épocas mais quentes do ano. No inverno, a melhor opção é a tosa higiênica, que evita o acúmulo de sujeira em animais de pelos longos e na região das genitálias.

Os pets muito jovens ou idosos são naturalmente mais sensíveis às mudanças de temperatura, por isso, a atenção nesses casos deve ser redobrada. Os filhotes são mais suscetíveis à hipoglicemia, quando o calor e suporte energético não for adequado, e à pneumonia, quando expostos à temperaturas muito baixas.

Os pets idosos, por sua vez, além das patologias de trato respiratório, podem ter sintomas ortopédicos e articulares agravados, como dificuldade para se levantar e mover (mancar).

Proteja os animais das temperaturas extremas, utilizando objetos que tenham a função de isolamento térmico, como cobertores, travesseiros, caminhas e casinhas.

As roupas também auxiliam a protegê-los do frio, mas atenção especial aos animais de pelo longo, com maior propensão a formar nós na pelagem. Dê preferência às roupas forradas e escove o pet diariamente.

“A roupa deverá estar sempre seca. Quando molhada e em contato com a pele, pode ocasionar problemas, como dermatites, hipotermias e pneumonias”, observa a veterinária.

Campanha do Agasalho Animal

Aproveite a estação para fazer uma boa ação. Sabe aquela roupinha que não serve ou que o pet não usa mais?

O Pet Shop Bem Estar Animal Santa Inês está aceitando doações para encaminhar para uma ONG que cuida de dezenas de cães e gatinhos. Uma ação para esses que já foram abandonados ou sofreram maus-tratos não passem frio neste inverno.

Ao doar a vestimenta, os tutores ganham um desconto especial de 20% na loja Bem Estar Animal Santa Inês, na compra de uma roupa nova para seu pet. A oferta é válida apenas no mês de junho de 2016 e para a primeira compra de uma nova roupa.

Mais informações

Pet Shop Bem Estar Animal Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1346 – Santana – São Paulo, SP

Tel.: (11 ) 2203-5581/ (11) 2639-5581

 

Hospital Veterinário Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1357 – Santana – São Paulo, SP

Telefones: (11) 2265-6911 / (11) 2265-6447

www.santainesvet.com.br