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Ao contrário do que muitos pensam, escovar os dentes de cães e gatos não é um hábito estético para manter o hálito fresco do animal. A manutenção da saúde bucal é essencial para a prevenção de doenças e qualidade de vida do seu pet.

Muito mais do que dentes amarelados e mau hálito, a doença periodontal pode ocasionar problemas graves nos animais de estimação. Um dos mais recorrentes é o tártaro. Trata-se de uma placa que se forma a partir do acúmulo de bactérias na boca dos animais. O tártaro pode causar cáries, que por sua vez podem levar a queda dos dentes de cahorros e gatos.

Com o avanço dessa placa bacteriana, pode haver o contato com algum vaso sanguíneo, o que espalha a área de alcance da bactéria, levando a outras doenças. “As bactérias que se encontram na boca do animal podem alcançar a corrente sanguínea e causar infecções graves, como meningite e infecções respiratórias. Os órgãos mais afetados são coração, rins e fígado, além das articulações”, alerta o diretor clínico do Hospital Veterinário Santa Inês, Eduardo Pacheco.

A alimentação com ração e alguns biscoitos e ossinhos podem minimizar ou retardar o aparecimento do tártaro, mas a escovação dentária diária é uma importante atitude para que o problema tenha menor incidência. Entretanto, a manutenção não deve ser feita com creme dental de uso humano, pois pode causar intoxicações e problemas gástricos. “Existem cremes específicos para a limpeza dos dentes dos animais, que podem ser encontrados facilmente em pet shops”, afirma Pacheco.

Se o problema já está instalado, a solução é o acompanhamento de um veterinário especializado para fazer a retirada das placas. Essa limpeza deve ser feita por um especialista, pois é um procedimento cirúrgico, no qual é utilizada anestesia geral, equipamentos e métodos que demandam conhecimento específico para não piorar o caso.

Em caso de dúvida, consulte um veterinário do Hospital Veterinário Santa Inês.

Hospital Veterinário Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1357 – Santana

São Paulo, SP

Telefones: (11) 2265-6911 / (11) 2265-6447.

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A fotógrafa norte-americana Amanda Jones faz retratos de cachorros há mais de 20 anos. Ela uniu vários desses registros no livro Dog Years: Faithful Friends Then & Now (Chronicle Books, 2015).

Em entrevista ao HuffPost US, a fotógrafa comentou a questão da morte do melhor amigo do homem: “Eles têm esse lindo envelhecer e eu quis mostrar como cachorros são criaturas gloriosas”.

Confira algumas imagens:

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Vai viajar e está com dúvidas da alimentação correta para o seu pet? Então, veja algumas dicas

Está com viagem programada e não vai levar o mascote junto? Então veja as melhores opções para garantir comida ao pet enquanto você não está em casa, de acordo com a veterinária Luciana Santos Oliveira, do Hospital Veterinário Santa Inês (SP):refeicao_para_pets

 

Revista Meu Pet | Ed. 36

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Agosto é conhecido como o mês de prevenção contra a doença da raiva – zoonose que pode levar o animal à morte e colocar a vida do dono e demais pessoas ao redor do animal em risco. A vacina antirrábica é o único meio de proteção contra essa doença. Confira a importância da imunização do seu pet para protegê-lo dessa e outras patologias sérias.

Antes de aplicar as vacinas, é importante que um médico veterinário analise a condição de saúde do pet. “O animal pode estar com uma doença incubada”, alerta Eduardo Pacheco, veterinário e proprietário do Hospital Veterinário Santa Inês, também de São Paulo. Nesse caso, os vírus, mesmo enfraquecidos, podem agravar o quadro e é preciso realizar um tratamento prévio. “Os animais a serem imunizados devem estar com o estado de saúde perfeito. Por ser um produto biológico, a vacina pode fazer com que o bicho sofra uma reversão, que causa alguns sintomas da doença. Isso acontece, por exemplo, com as vacinas contra a gripe usadas em humanos”, compara o profissional.

No caso dos cães, a primeira vacina pode ser tomada quando o animal tiver 45 dias. A V8 ou V10 costuma ser repetida outras duas vezes, com intervalos determinados pelo veterinário. O pet também precisa ser imunizado contra a raiva uma vez por ano. Outras vacinas importantes protegem da giárdia, da traqueobronquite ou tosse dos canis.

Os gatos também devem tomar a primeira vacina aos 45 dias: a tríplice ou quádrupla felina. Com intervalos de três a quatro semanas, elas protegem de doenças como rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia felina e Chlamydia psittaci. A vacina pode ser reforçada anualmente, em dose única, assim como a imunização contra a raiva.
Fique atento aos prazos para manter os bichinhos sempre saudáveis. “Quanto maior for o período de atraso, menor será a capacidade de proteção contra as doenças. Se isso ocorrer, o dono deve evitar levar o animal aos locais de risco de contaminação, como praças, parques, pet shops, etc.”, explica Eduardo Pacheco.

Atenção: para proteger seu animal também é preciso analisar o estabelecimento e o profissional que aplicará as doses. Em 2010, muitos cães e gatos ficaram doentes e alguns chegaram até a morrer depois de tomar a vacina gratuita contra a raiva, em vários estados brasileiros. Para evitar casos como estes, todo cuidado é pouco.

“A escolha do local está ligada à presença de um médico veterinário, às condições de higiene, à forma de armazenamento do material e à credibilidade do laboratório fabricante”, explica Dr. Eduardo. De acordo com o profissional, é fundamental que o dono pesquise o histórico da clínica e verifique como as vacinas são acondicionadas. “São produtos biológicos, que precisam permanecer em uma temperatura adequada. Para isso, são necessários refrigeradores específicos”, diz o veterinário. A presença de um profissional, inscrito no CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária) é importante. É ele quem vai analisar o estado de saúde do animal e verificar se ele está apto a receber a imunização. “Além de estar atento ao lote e ao prazo de validade das vacinas antes da aplicação, o médico deve fornecer as orientações sobre as doenças que serão evitadas e possíveis reações”, completa Eduardo.

Fonte: PetMag

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O que era evidente nos últimos anos, agora está comprovado estatisticamente: a população felina aumentou no Brasil e mundialmente.

Um pouco da história dos felinos, para começar: os lobos –ancestrais do cães – foram domesticados há aproximadamente 100.000 anos com o intuito de ajudar na caça do homem. Já os nossos tão amados gatos, foram domesticados há apenas 4.000 anos, no Egito. Lá, eles ajudavam na proteção da colheita contra ratos, assim quando os egípcios perceberam que os gatos eram eficazes no controle da população de roedores, passaram a considerá-los divinos. Uma das deusas egípcias representadas com uma cabeça de gato é Bastet, ela representa o prazer, a fertilidade, a música e o amor. Os egípcios respeitavam tanto os seus felinos, que quando um gato de estimação morria, eles raspavam as sobrancelhas em sinal de luto. Seu ritual fúnebre se assemelhava ao de um humano, e no século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet. Esse endeusamento felino, no entanto, rendeu uma derrota importante no Império Egípico. Quando Cambises II, comandante do Império Persa, descobriu a devoção dos egípicos pelos gatos, ordenou que seu exército atacasse o Egito com uma fileira de gatos em frente de sua tropa, servindo como escudo. Dessa forma, os egípcios não ofereceram resistência, pois aceitavam perder uma batalha à ferir um felino sagrado!

No mundo moderno, a expansão e o enriquecimento das cidades fez com que o crescimento da população felina acelerasse. Nos EUA, Alemanha e França os gatos já são maioria. No Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), os número de bigodudos nos lares se equipara ao de cães. Hoje, a população brasileira de gatos já ultrapassa 21 milhões.

Autossuficientes, os gatos se adaptam às nossas rotinas (ou falta delas) atribuladas, e com o tempo escasso. Eles são naturalmente limpos e adaptáveis aos pequenos ambientes, são menos exigentes do que os cães, mais silenciosos e muito, mas muito carinhosos!

Para nós, amantes dos bigodudos, é muito bom ver o crescente interesse e amor pela espécie, empresas se dedicando ao desenvolvimento de produtos específicos para eles, além de mais profissionais se especializando nesses bichanos, que a cada dia que passa nos conquistam mais e mais!

Mariane Brunner (CRMV-SP 27060), médica-veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês, especializada em Medicina Felina – ANCLIVEPA-SP e mestranda do Departamento de Patologia Experimental e Comparada – FMVZ-USP.

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O inverno se aproxima e é preciso aumentar os cuidados com os pets nessa época do ano. Nesse período, as doenças respiratórias se apresentam com mais frequência e alguns delas podem evoluir para problemas mais sérios.

Uma patologia bastante comum é a Traqueobronquite infecciosa canina, conhecida como a gripe canina ou “tosse dos canis”, adquirida no contato direto com outros animais infectados.

“A prevenção da gripe canina é feita por meio de uma vacina específica. É muito importante conversar com o seu veterinário e realizá-la”, alerta Mariana Buck, médica-veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês.

No caso dos felinos, os espirros podem ser associados ao vírus causador da rinotraqueíte, doença específica dos gatos, e assim como a gripe canina, não transmissível aos humanos, mas que pode trazer desconforto ao animal.

Outra enfermidade bastante frequente nessa época é a temida cinomose. Ela é ocasionada por um vírus muito resistente em ambientes secos e frios, e apresenta sintomas variados, como vômito, diarreia, pneumonia e convulsão, podendo levar o animal ao óbito. Essa doença pode ser evitada com a imunização, com a aplicação da vacina V10.

Além da importância da imunização, Mariana Buck destaca mais uma característica bastante marcante dessa estação, o aumento do gasto calórico: “O organismo dos pets necessita, em média, de 20 a 30% mais de calorias para funcionar no inverno. Então, indicamos aumentar a quantidade de alimento para suprir essa diferença. Porém, temos de ter cuidado para não exagerar e acarretar obesidade”, ressalta.

A higiene é fundamental em qualquer época do ano. O importante é que o pet seja bem assistido. Nos dias mais frios, é recomendado o banho com controle de temperatura da água e do ambiente. Os pet shops, por exemplo, são climatizados.

É importante lembrar também que a pelagem funciona como um isolante térmico para os bichinhos. Assim, as tosas completas deverão ser realizadas nas épocas mais quentes do ano. No inverno, a melhor opção é a tosa higiênica, que evita o acúmulo de sujeira em animais de pelos longos e na região das genitálias.

Os pets muito jovens ou idosos são naturalmente mais sensíveis às mudanças de temperatura, por isso, a atenção nesses casos deve ser redobrada. Os filhotes são mais suscetíveis à hipoglicemia, quando o calor e suporte energético não for adequado, e à pneumonia, quando expostos à temperaturas muito baixas.

Os pets idosos, por sua vez, além das patologias de trato respiratório, podem ter sintomas ortopédicos e articulares agravados, como dificuldade para se levantar e mover (mancar).

Proteja os animais das temperaturas extremas, utilizando objetos que tenham a função de isolamento térmico, como cobertores, travesseiros, caminhas e casinhas.

As roupas também auxiliam a protegê-los do frio, mas atenção especial aos animais de pelo longo, com maior propensão a formar nós na pelagem. Dê preferência às roupas forradas e escove o pet diariamente.

“A roupa deverá estar sempre seca. Quando molhada e em contato com a pele, pode ocasionar problemas, como dermatites, hipotermias e pneumonias”, observa a veterinária.

Campanha do Agasalho Animal

Aproveite a estação para fazer uma boa ação. Sabe aquela roupinha que não serve ou que o pet não usa mais?

O Pet Shop Bem Estar Animal Santa Inês está aceitando doações para encaminhar para uma ONG que cuida de dezenas de cães e gatinhos. Uma ação para esses que já foram abandonados ou sofreram maus-tratos não passem frio neste inverno.

Ao doar a vestimenta, os tutores ganham um desconto especial de 20% na loja Bem Estar Animal Santa Inês, na compra de uma roupa nova para seu pet. A oferta é válida apenas no mês de junho de 2016 e para a primeira compra de uma nova roupa.

Mais informações

Pet Shop Bem Estar Animal Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1346 – Santana – São Paulo, SP

Tel.: (11 ) 2203-5581/ (11) 2639-5581

 

Hospital Veterinário Santa Inês

Endereço: Avenida Santa Inês, 1357 – Santana – São Paulo, SP

Telefones: (11) 2265-6911 / (11) 2265-6447

www.santainesvet.com.br

 

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Que tal economizar e ajudar os animais ao mesmo tempo?

No mês de junho, será realizada em nosso Pet Shop a CAMPANHA DO AGASALHO ANIMAL.

Sabe aquela roupinha, caminha ou cobertor que não servem mais ou que você não usa mais em seu pet? Ao doá-las, você ajudará os cães e os gatinhos de uma ONG a não passar frio neste inverno. Ao mesmo tempo, você ganhará um desconto especial de 20% na primeira compra de 1 (uma) roupa nova para seu cachorrinho*.

Não é sensacional?!

Esperamos você e seu pet para aproveitar esta oportunidade no nosso Pet Shop Bem Estar Animal Santa Inês, loja que está cheia de novos e lindos modelos.
Compartilhe e nos ajude a aquecer os nossos pequenos e amados peludinhos!

MAIS INFORMAÇÕES:
LOCAL: PET SHOP – BEM ESTAR ANIMAL SANTA INÊS
Tel.: (11) 2203-5581 ou 2639-5581
HORÁRIO: das 8h às 18h.
END.: Av. Santa Inês, 1346 – Parque Mandaqui – São Paulo, SP

* A oferta é válida apenas no mês de junho/16 e para a primeira compra de uma nova roupa. Ou seja, independentemente de quantas doações forem feitas por CPF, o desconto será aplicado apenas na compra de uma nova peça (a primeira) por cliente.

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O que as aves devem comer? Essa é uma dúvida comum para a maioria das pessoas que mantém aves em suas residências. A alimentação fornecida deve ser balanceada para permitir uma vida longa e saudável aos pássaros.
Infelizmente, grande parte das aves tratadas em clínicas veterinárias apresenta alguma patologia decorrente da má alimentação. As principais doenças são alterações respiratórias em função da deficiência de vitamina A (comum nas aves que se alimentam exclusivamente de sementes), o raquitismo (decorrência da falta de cálcio e vitamina D), assim como distúrbios na plumagem, obesidade, alterações no fígado, etc.
Na natureza a alimentação das aves é diversificada e balanceada naturalmente. No cativeiro isso é mais difícil de acontecer, pois não dispomos dos mesmos alimentos que as aves encontram no seu habitat natural. Além disso, em cativeiro, as aves acabam tendo “preferências” por alguns alimentos e rejeitam outros de boa qualidade. O ideal seria elaborar cardápios diariamente, com a variedade e quantidade corretas dos alimentos que incluem: legumes crus ou semi-cozidos ( feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, etc), milho, verduras escuras, brotos, frutas (tomate, mamão, maçã, frutas cítricas, frutas da época, etc), cereais, soja, óleos vegetais, sementes de boa qualidade (girassol, castanha), proteína animal (queijo magro, ovo cozido), aminoácidos essenciais, cálcio, vitaminas e probióticos.
Porém, adaptar a ave a esse cardápio não é tarefa fácil,  uma vez que depende do gosto do animal, da ajuda de um especialista em nutrição de aves e da mão de obra do proprietário. Como forma de resolver esse problema, existem as rações balanceadas para aves, cada qual específica para cada espécie, como papagaios, calopsitas, canários, araras, etc.  Essas rações são chamadas de rações peletizadas ou extrusadas, e podem ser comparadas em seu formato e facilidade de uso às rações que encontramos para cães e gatos.  Não podemos confundir ração balanceada com misturas de sementes.  A ração balanceada reduz bastante o desperdício de alimento, é de uso prático e já são balanceadas nutricionalmente para manter as aves saudáveis. Essas rações já são fabricadas no Brasil há muitos anos e podem ser encontradas em lojas especializadas.
A ração pode sim ser utilizada como única fonte de alimentação, mas frutas e verduras (de preferência as escuras), além de quantidade limitada de sementes também podem ser oferecidas, uma vez que fazem parte da dieta natural do animal.
Muitas pessoas fornecem às suas aves alimentos como pão, café, doces e frituras. Não é preciso ser um especialista para saber que essa alimentação é incorreta e pode trazer sérios riscos à saúde do animal.
Portanto, uma boa nutrição pode ser adquirida por meio da oferta de alimento seco, de frutas, verduras e legumes.  O alimento seco, que é a ração peletizada, deve estar disponível ao animal o dia todo. As frutas, verduras e legumes podem ser oferecidos duas vezes ao dia e em pequenas porções. A oferta de sementes merece uma atenção especial, pois em pequenas quantidades elas podem complementar a alimentação, mas em excesso pode ocasionar graves problemas de saúde.
Uma dica importante para acostumar a ave a comer outras variedades de alimentos, seja frutas, verduras, legumes ou mesmo a própria ração, é oferecer o alimento novo pela manhã, logo na primeira alimentação e deixar o alimento que a ave está  acostumada mais para o final da tarde. As aves adultas tendem a sentir mais fome logo de manhã e no final da tarde.
Luciana Santos, médica-veterinária especialista em animais exóticos do Hospital Veterinário Santa Inês.
 

NOTÍCIAS

III Encontro Veterinário Santa Inês

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14 dados curiosos sobre os donos de cães e gatos no Brasil

28,7 milhões

É o número de casas com pelo menos um cachorro no Brasil.
  

11,5 milhões
 
É o número de casas com pelo menos um gato no Brasil.

 

74,3 milhões

É a quantidade de cães e gatos no Brasil.
51%
Das pessoas que possuem cachorro são casadas e têm em média 41 anos.

   

   

24%
Das pessoas que possuem cachorro optaram pela adoção, desses 60% não possuem raça definida
   

68%
Acreditam que cães trazem conforto emocional.

   

44%
Veem seus cachorros como filhos.

   

2,8
É a quantidade de vezes que as pessoas costumam levar seus cães ao veterinário por ano.
   

95%
Das pessoas alimentam seus cães com ração seca.
   

61%
Das pessoas que possuem gatos são mulheres.

 

48%
Dos donos de gatos acreditam que ter o bichano melhora o humor.

  

 
39%
Das pessoas que têm cachorro também têm gatos.

   

42%
Das pessoas que possuem cachorros e gatos acreditam que eles são boa companhia para criança.

   

100%
Das pessoas que não possuem cachorro ou gato sentem vontade de adquirir, comprar ou adotar um animal de estimação.

   

Fonte: Revista EXAME/IBGE


SETOR PET CHEGA A R$ 18 BILHÕES EM 2015

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) levantou que, em 2015, o setor faturou R$ 18 bilhões, um crescimento de 7,6% em relação a 2014. Ano passado, o país exportou US$ FOB 351,4 milhões.

Apesar da estimativa positiva, não há desenvolvimento real do setor. O aumento do preço das matérias-primas agropecuárias (milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes), que compõem 95% do alimento pet, impacta o custo final, atingindo o consumidor. O segmento de Pet Food representou ano passado 67,3% do faturamento do setor. No entanto, em cada alimento embalado incidem 49,9% de impostos – entre IPI, ICMS-ST, Pis/Cofins. Portanto, a cada R$ 1 gasto com alimento completo, R$ 0,50 é imposto.

A carga tributária continua sendo um dos maiores entraves para o setor. Sabe-se que aproximadamente 60% do faturamento está no consumo das classes C, D e E, altamente sensíveis aos preços. Existe, deste modo, uma desaceleração em função do cenário econômico atual. Em 2016, outro grande empecilho ao desenvolvimento dessa indústria é o aumento da alíquota do IPI em 10% a partir de maio. “Participamos da criação da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva dos Animais de Estimação dentro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e um dos principais temas é a alta tributação do setor. Com mais este aumento, as famílias serão as maiores prejudicadas. Hoje, no Brasil, estamos quase atingindo a proporção de um animal por duas pessoas. A alimentação adequada dessa população de pets é fundamental, como é a do ser humano”, afirma José Edson Galvão de França, presidente-executivo da entidade.

Vale ressaltar que a tributação que trata o setor como supérfluo não condiz com o desenvolvimento do mercado, que entende e reconhece os benefícios mútuos da interação entre homens e animais para a saúde e bem-estar. Os pets são membros da família. Além disso, estudos já mostram que os animais trazem excelentes resultados em tratamentos terapêuticos e em políticas de inclusão social.

Número de pets

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2013, o Brasil tem R$ 132,4 milhões de pets, divididos em 52,2 milhões de cães, 37,9 milhões de aves, 22,1 milhões de gatos, 18 milhões de peixes e 2,21 milhões de outros pequenos animais.

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A região Nordeste é a que tem o maior número de gatos, com mais de 7.380 milhões desses animais, seguida pelo Sudeste, com cerca de 7.200 milhões. Cada uma delas representa 33% da população de felinos, seguidas pelo Sul (19%), Norte (8%) e Centro-Oeste (7%).

Os cães estão concentrados no Sudeste (40%). A segunda maior região é o Sul, com 23%, seguida pelo Nordeste (20%), Centro-Oeste (9%) e Norte (8%). São Paulo é o estado com o maior número, mais de 10.550 milhões. Depois está Minas Gerais, com quase 6 milhões e, em terceiro lugar, Rio Grande do Sul, com cerca de 5,2 milhões.

O Sudeste lidera o ranking de aves, com 40% da população nacional. Depois estão Nordeste (26%), Sul (21%), Norte (9%) e Centro-Oeste (4%). O Sudeste ainda concentra mais da metade dos peixes ornamentais do Brasil (63%). Em seguida, estão Sul (20%), Nordeste (7%), Norte (6%) e Centro-Oeste (4%).

É importante ressaltar que, em média, há 1,8 cão por domicílio no país. Entre todos os domicílios brasileiros localizados na área rural, 65% têm pelo menos um cachorro, enquanto que a proporção de lares com ao menos um cão na zona urbana é de 41%. No Sul, 58,6% dos lares, ou seja, 28.9 milhões têm esse animal, enquanto no Nordeste são 36,4%. Em 2013, 44,3% das casas brasileiras tinham esse pet.

Hoje, no mundo há 1,56 bilhão de animais de estimação. O Brasil permanece o 4º maior. Em primeiro, está a China, com 289 milhões, depois Estados Unidos com 226 milhões e Reino Unido, com 146 milhões. No entanto, somos o segundo em população de cães e gatos, atrás dos Estados Unidos (74,2 e 145,2, respectivamente) e o 10º no ranking de peixes ornamentais.

Como se divide o Mercado Pet brasileiro

Dados da Abinpet apontam que todos os segmentos do mercado pet estão estagnados. A alta é muito mais um efeito da inflação e dos tributos do que de desenvolvimento efetivo. Em 2014 e 2015, seguindo a tendência dos anos anteriores, pet food foi o segmento mais representativo: 66,9% no ano retrasado e 67,3% no ano passado. Pet Serv era 17,8% do faturamento em 2014 e, em 2015, caiu e passou para 17%. Pet Care manteve-se com 8% e Pet Vet aumentou de 7,3% para 7,7%.

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Fonte:
http://abinpet.org.br/site/setor-pet-chega-a-r-18-bilhoes-em-2015-mas-nao-sem-os-efeitos-da-crise/

 


Como levar pets no carro com segurança. Confira dicas.

Cabeça para fora da janela, as orelhas balançando ao vento e aquela cara de alegria. A cena, que pode parecer bonitinha é, na verdade, perigosa. Além de trazer riscos à saúde do bicho de estimação, é grande a possibilidade de acidentes, como impactos na porta, ser prensado pelo vidro, morder ou assustar pessoas do lado de fora do veículo.

Um pet viajando solto na cabine pode fazer com que o motorista se distraia e cause um acidente. Ou mesmo comprometer os movimentos ao volante durante manobras de risco.

Na estrada, o perigo aumenta. Não há estatísticas sobre acidentes envolvendo animais no carro, mas um estudo feito pela norte-americana Foundation Traffic Safety (Fundação para a Segurança no Trânsito), com base em 1.700 vídeos feitos por câmeras em veículos, comprova que dois segundos de distração são suficientes para provocar uma colisão.

O gerente de projetos Humberto da Silva Fávero sabe bem o que é isso. Ao desviar o olhar para ver o filho que estava no banco de trás, o trânsito parou e seu carro colidiu de leve com o da frente. “Não foi nada grave, mas poderia ter sido.”

cachorro-670Foto: Fábio Brito/Estadão

Ele conta que costuma viajar com a família para a praia com frequência. “Nina, nossa cadelinha, vai junto e, como ela é muito agitada, a colocamos no cinto de segurança para cães.”

Médico do Hospital Veterinário Santa Inês, Eduardo Pacheco diz que não se deve deixar os bichos viajarem com a cabeça para fora. “Eles podem desenvolver inflamações no canal auditivo, por exemplo.”

Melhores amigos em cadeiras, cintos e caixas. Há no mercado vários acessórios para transportar animais de estimação no veículo. As caixas e as bolsas são boas opções para os mais ariscos, que se estressam facilmente ou fujões, como gatos, por exemplo.

Para cães tranquilos, há cadeiras especiais. Nelas, dá para prender o pet, que deve estar com peitoral ou coleira, seja qual for o tipo de transporte.

Cada vez mais comuns, os adaptadores de cintos de segurança são interessantes, principalmente para cães de porte médio. Esses dispositivos têm gancho para prender o peitoral e se encaixam no cinto do carro, limitando os movimentos do bicho de estimação.

O ideal é que os pet viajem no banco traseiro, mesmo que estejam em caixas. Esses itens são fáceis de encontrar em pet shops e têm vários tamanhos.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê multas para quem transporta animais de forma irregular. O Art. 252, por exemplo, prevê que o motorista que guiar levando pets à sua esquerda ou entre os braços e pernas comete infração média. São R$ 85,13 de multa, mais quatro pontos na CNH.

Levar bichos do lado de fora do carro é infração grave, com multa de R$ 127,69 e perda de cinco pontos no prontuário.

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Fonte: Fábio Brito/Estadão


Cão de serviço se joga na frente de ônibus para salvar sua humana

Os cães nunca deixam de nos impressionar com sua coragem e trabalho incansável.

O cão de serviço Figo salvou sua tutora Audrey Stone, 62, que é deficiente visual, de um acidente ainda maior e potencialmente fatal. Enquanto Audrey atravessava a rua, um mini ônibus não a viu e continuou vindo em sua direção. Figo se jogou na frente do veículo para proteger sua tutora.

Apesar da tutora ter quebrado diversos ossos e o cão ter sido submetido a uma cirurgia na perna, ambos sobreviveram o acidente e estão se recuperando.

Segundo o chefe de polícia Del Gardo, “O cachorro levou muito do impacto. Ele não quis sair do lado de sua tutora e ficou ali com ela. Ele estava lá para salvá-la”.

Enquanto a tutora está sendo tratada, seus amigos estão garantindo que Figo tenha tudo que precisa para se recuperar.

Como procedimento padrão, o motorista e o caso sera investigado para saber se houve algum tipo de irregularidade.

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Foto: Frank Becerra Jr./The Journal News

Fonte: USA Today


EUA treinam cães para farejar sinais de câncer nos ovários

Com a pesquisa, cientistas esperam que seja possível a fabricação de sensores de nanotecnologia.

Um grupo de cães está sendo treinado para localizar – através do cheiro – sinais de câncer nos ovários. O trabalho de pesquisa está sendo feito pela Escola de Medicina Veterinária, da Universidade da Pensilvânia. As informações são do jornal The New York Times.

Segundo a publicação, parte do treinamento do Centro de Trabalho Dog – nome do projeto – é feita com o auxílio de uma espécie de mesa, onde amostras de plasma de sangue são colocadas em diferentes pontos do círculo. A tarefa do cão treinado é localizar qual das amostras possui uma gota de tecido canceroso. E eles já fazem isso.

(Foto: Reprodução/The New York Times)

A atual intenção do grupo de pesquisadores é isolar substâncias químicas cancerígenas que apenas os cães podem cheirar. Com isso, eles esperam que seja possível a fabricação de sensores de nanotecnologia, capazes de detectar minúsculos pedaços de tecido contaminado com a doença.

“O câncer de ovário é um assassino silencioso”, disse o veterinário Dr. Cindy Otto, fundador e diretor-executivo do projeto. “Mas, se pudermos ajudar a detectá-lo cedo, poderemos salvar mais vidas”, completou.

Em 2011, a BBC divulgou que um cão foi capaz de farejar um caso de câncer de intestino, em estado inicial. Em fevereiro deste ano, o Daily News informou que outros cães estavam sendo treinados para detectar o câncer de mama. Além disso, outras pesquisas já haviam sugerido que cães são capazes de farejar câncer de pele, bexiga e pulmão.

Acredita-se que a biologia do tumor tenha um cheiro distinto, e uma série de estudos já usou cachorros para tentar detectá-los.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/


Conviver com cães fortalece o sistema imunológico da criança

Estudo indica que conviver com cachorros durante o primeiro ano de vida fortalece o sistema imunológico da criança.

Um estudo divulgado na revista americana Pediatrics sugere que conviver com cachorros durante o primeiro ano de vida fortalece o sistema imunológico da criança. Os bebês que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecção nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aqueles que não têm bichos de estimação, diz o estudo, que incluiu 397 crianças com idade entre dois meses e um ano, na Finlândia.

Em outra pesquisa, cientistas de Munique (Alemanha) avaliaram os efeitos da exposição a gatos em 8.219 crianças. A propensão a ter doenças alérgicas e asma foi 67% menor entre as que compartilham o ambiente com felinos. A proteção também mostrou ser maior naquelas que tiveram contato com os animais desde o primeiro ano de vida.

(Foto: Shutterstock)

Fonte: http://revistameupet.com.br/


Personalidade de pessoas que gostam de gatos e cães

Cachorro x Gato: Qual você prefere? Estudo analisa comportamento e personalidade de pessoas que gostam de gatos e cães.

De acordo com uma pesquisa da Universidade Carroll, nos Estados Unidos, a resposta pode dizer muito sobre a sua personalidade. Realizado com 600 estudantes universitários, o estudo aponta que pessoas que têm preferência por cães gostam de sair com seu animal, enquanto os indivíduos mais apegados aos gatos tendem a ser introvertidos, sensíveis e a optar por ficarem casa lendo um livro, por exemplo. Os autores da análise ainda acreditam que os amantes de cachorros tendem a ser ativos e sociáveis e a seguir mais regras, enquanto os que adoram felinos seriam retraídos e de mente aberta. E aí, você concorda?


(Foto: Pinterest Animals/Reprodução)

Fonte: http://revistameupet.com.br/


Pesquisadores descobrem que a memória de curto prazo dos cães dura apenas 2 minutos

Isso significa que seu melhor amigo pode esquecer que você o abraçou dois minutos atrás.

Um estudo realizado na Universidade de Estocolmo revelou que os cachorros podem esquecer de algo que aconteceu há menos de dois minutos.

Um grupo de pesquisadores liderado pelo etólogo Johan Lind, estudou a memória de 25 espécies de animais e descobriu que 120 segundos é o tempo de duração da memória de curto prazo dos cães.

Isso explica porque seu cachorro sempre demonstra a mesma empolgação quando você volta pra casa independente do tempo que ficou fora. Porque eles não sabem há quanto tempo você havia saído.

Mas os cães mostraram um bom desempenho em relação a outras espécies. Por exemplo, a memória de curto prazo dos chimpanzés dura apenas 27 segundos.

De acordo com o National Geographic, o cérebro dos animais tem uma grande preocupação com a sobrevivência e não se importa tanto com detalhes triviais.

Mas não se preocupe, seu cachorro não vai esquecer quem é você e que ele te ama.

Os cães podem até esquecer quem deu aquele brinquedo que ele adora, mas eles têm memórias associativas que permitem que lembrem de eventos repetitivos, incluindo pessoas e lugares. E o mais importante, não esquecem os sentimentos.


(Foto: Reprodução/Google)

Fonte: http://portaldodog.com.br/


Cães de guarda fizeram zerar furtos em cemitério

Projeto-piloto no Consolação será levado a outros cemitérios de São Paulo.

Seis cães de guarda fizeram zerar o número de furtos no cemitério da Consolação neste ano. O projeto-piloto adotado pelo Serviço Funerário Municipal incluiu ainda a instalação de câmeras de monitoramento no local para facilitar a vigilância.

Os cães – cinco da raça rotweiller e um da raça fila – ficam em um canil montado pela empresa responsável pelo teste. De acordo com o Serviço Funerário, após às 18h, os animais são colocados em pontos estratégicos do cemitério, presos a um cabo de aço que lhes permite andar por um determinado espaço.

Com o sucesso, a autarquia pretende agora estender o projeto a outros cemitérios municipais com maior vulnerabilidade, como Araçá e São Paulo, na zona oeste, e o Quarta Parada, na zona leste.

Em 2014,  houve 410 peças furtadas do cemitério da Consolação, 213 vasos, 158 portões e 39 ornamentos. As diversas peças feitas em bronze que enfeitam os túmulos atraem os ladrões.

O Serviço Funerário não informou o total oficial deste ano. Segundo o órgão, no ano passado os demais cemitérios municipais tiveram 130 furtos. Além do Araçá, estão incluídos nesse total o São Paulo, o Quarta Parada, o Santo Amaro e o Vila Mariana.

Segundo a autarquia, para levar o projeto aos outros cemitérios ainda será necessário fazer uma licitação para contratar a empresa que prestará o serviço.


(Foto: Amauri Nehn/Brazil Photo Press/Folhapress)

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/