Arquivos SANTA INÊS NA MÍDIA - Hospital Veterinário Santa Inês
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Fábio Pellegrino
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O final de semana passado deu início a uma sequência de quermesses que deve durar, pelo menos, até o meio de julho em muitas cidades brasileiras. E neste ano, foi possível observar que muitos pet shops e ONGs aproveitaram a oportunidade para fazer a comemoração junina com os animais.

Se de um lado a integração e a socialização dos bichos são importantes, do outro é preciso tomar alguns cuidados neste período de festas para que não se transforme em um problema.

Assim como nas festividades de final de ano, no São João e no período de quermesses acontecem as tradicionais queimas de fogos e a alimentação em abundância, com ingredientes que podem causar desconforto aos animais.

Os pets tem uma audição bastante superior a humana. Um cão consegue ouvir um som quatro vezes mais longe do que uma pessoa. Eles também detectam sons maiores e menores frequências do que a gente. Já a audição nos gatos é sensível à altas frequências. Enquanto o ser humano pode perceber sons de até 20.000 Hz, os gatos poderão percebê-los até 50.000 Hz.

Segundo a médica-veterinária Mariana Buck, do Hospital Veterinário Santa Inês, é nesta época que aumenta o índice de atendimento de animais em emergência, principalmente por causa de fugas, em razão do barulho da queima de fogos, e por ingestão de alimentos diferentes da ração e da rotina do pet.

“As enfermidades mais frequentes são as intoxicações alimentares, gastroenterites, pancreatites e acidentes secundários pela fuga, como atropelamentos e quedas”, afirma Mariana.

Para minimizar os problemas, existem alguns truques que podem ajudar e fazer com que o pet se sinta mais seguro. Para aqueles que são muito assustados, a opção vai desde colocar o animal em caixas de transporte, espaços embaixo das camas ou poltronas, até pôr algodão dentro dos ouvidos para reduzir o barulho excessivo dos fogos.

“Os pets são muito sensíveis aos barulhos e ruídos. O fato de colocar algodão dentro dos condutos acaba abafando o som e diminuindo o estresse para o pet”, explica a veterinária.

Outra opção interessante é colocar uma roupinha mais justa no animal, ou mesmo passar uma faixa mais larga pelo dorso. “O objetivo desse truque é o de estimular a sensação de segurança, justamente por estar com a roupinha ou pano de forma mais apertada junto ao corpo”, afirma Mariana.

Ter cuidado ao comer perto do pet e não deixá-lo sozinho onde tem alimentos da festa junina também são pontos importantes. Existem vários alimentos nocivos aos animais durante este período. Entre eles podemos destacar o chocolate, que contém a teobromina, bastante tóxica aos pets; a uva, que mesmo em pequena quantidade pode ocasionar insuficiência renal; o amendoim, responsável pelas alergias, intoxicações e pancreatites; além da cebola e o alho, precursores de anemia grave.

“É muito importante seguir a rotina do pet e a dieta adequada, mesmo em épocas de festas. Pensando nos famosos petiscos, também conhecidos como snacks, sempre se deve consultar o médico veterinário para melhor orientação e especificação.”

Para conferir a entrevista completa, clique no link abaixo:

http://goo.gl/uj3Azv

Ouça o programa Conversa de Bicho na Rádio Estadão às 10h45, nas segundas, quartas e sextas-feiras.

 

Chocolate é nocivo para cães e gatos

FÁBIO BRITO

24 Março 2016 | 23:09

O chocolate pode nos trazer uma sensação prazerosa e alguns benefícios – se for consumido com moderação –, mas a manteiga de cacau é rica em teobromina, substância altamente tóxica para os cães e os gatos.

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“Entre seus efeitos no organismo, observa-se a estimulação cardiovascular, diurética e do sistema nervoso, além de causar alterações gastrointestinais, como vômito e diarreia. Em excesso, a teobromina pode levar um cão à morte”, explica Daniel Diola, médico-veterinário do Hospital Santa Inês.

A substância também é tóxica para os gatos, mas como o comportamento alimentar do felino é mais seletivo, não é tão comum a ingestão de chocolate por essa espécie.

Quanto mais escuro o chocolate, maior a concentração da substância tóxica para os animais. Já se a quantidade de gordura for maior em sua composição, menor será a concentração de teobromina encontrada no produto. Desta forma, os brancos (mais gordurosos) precisam ser consumidos em maior quantidade para causar a intoxicação, mas são tão proibidos quantos os demais chocolates, já que o elevado teor de gordura pode desencadear outros problemas graves, como a pancreatite, que inclui vômitos, dor abdominal, febre e pode levar à morte.

O que fazer?

Muitos podem até saber que o chocolate é tóxico para os animais, mas como proceder se houver a ingestão acidental pode fazer a diferença no tratamento. Caso ocorra o consumo, orienta-se a estimar a quantidade ingerida para informar ao médico-veterinário. Quanto mais rápido o animal for levado para a avaliação desse profissional, melhor são as chances dele de se recuperar e não desenvolver um quadro grave.

“Não se recomenda induzir ao vômito sob o pretexto de impedir a absorção do produto.  Tal procedimento deve ser realizado somente por profissional competente, além do fato de ser contraindicado em intoxicações por estimulantes do sistema nervoso, como no caso dos chocolates, podendo ocasionar também gastrite”, explica.

Resista ao olhar!

Produtos que são desenvolvidos e comercializados como se fossem chocolates para os pets, na verdade, são petiscos fabricados geralmente à base de soja, sem essa substância nociva que causa a intoxicação. No entanto, vale salientar que, como qualquer outro alimento estranho à dieta habitual do cão, pode ocasionar distúrbios gastrointestinais, além de ser contraindicado para aqueles que sofrem de sobrepeso ou de doenças endócrinas, como o diabetes mellitus.

O veterinário Daniel Diola relata que, certa vez, um paciente que chegou ao pronto-atendimento do hospital apresentava alterações compatíveis com a intoxicação por teobromina. Porém, faltava um detalhe para fechar o diagnóstico: os responsáveis pelo cãozinho doente aceitarem que foi oferecido chocolate ao animal. Afirmavam ser impossível que tal situação tivesse ocorrido.

Quando questionados sobre a presença de crianças e idosos na casa, foi possível chegar à causa. Uma senhora, que trabalhava na casa, vinha todos os dias para colocar o local em ordem enquanto o casal, sem filhos, trabalhava. Com medo de ser responsabilizada pelo ocorrido, ela apenas admitiu ter oferecido chocolate para o paciente quando os responsáveis falaram que se fosse o chocolate poderia ter antídoto.

O paciente ficou bem, mas é importante lembrar que para a intoxicação por teobromina não existe antídoto, ou seja, nenhuma medicação específica tem o poder de reverter os efeitos tóxicos da substância. O tratamento é direcionado ao combate dos sintomas e à eliminação da toxina na circulação.

“Grande parte dos casos de intoxicações por chocolates ou outros alimentos ocorrem principalmente quando os cães têm contato com crianças e idosos, que, não compreendendo a importância de uma dieta canina regrada, acabam oferecendo alimentos nocivos sem saber. Mas todo cuidado é pouco e qualquer pessoa pode ser desafiada a resistir à famosa ‘cara de cão pidão’ dos melhores amigos”, completa o médico-veterinário.

Menos comum no período de Páscoa, mas tão importante quanto a preocupação com o chocolate, é bom lembrar dos produtos e pratos que contenham uvas passas. Mesmo em pequenas quantidades, podem causar lesões renais graves, com relatos de casos de óbitos em cães.

Sendo assim, mais vale um carinho no amigão e um petisco do qual ele já está acostumado, com moderação, do que mudar a alimentação e ter problemas depois.

Link para a matéria: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/conversa-de-bicho/chocolate_e_nocivo_cao_gato/

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