Vacinas evitam doenças infecciosas e salvam a vida de nossos pets

Vacinas evitam doenças infecciosas e salvam a vida de nossos pets

Ainda criança, somos submetidos às vacinas para deixarmos o organismo protegido contra vírus e bactérias. Com nossos amigos de pelos a história não pode ser diferente. O modo mais seguro contra as doenças infecciosas nos pets é a vacinação e o Hospital Veterinário Santa Inês está implantando a Maratona de Prevenção, preparada para deixar os animais de estimação imunes e sem riscos à vida. O combate aos parasitas, como vermes, pulgas e carrapatos, também está incluso no pacote que preza pelo bem-estar total de cães e gatos.

Desde filhote, o cãozinho já deve ser submetido à vacina. Mas, para isso, tem de estar saudável. Vermes, pulgas, carrapatos e outras enfermidades, como febre, infecções ou diarreia, têm de ser tratados com antecedência. Com a ajuda de um dos nossos veterinários, seu pet receberá atenção especial contra esses parasitas para uma vida longa, feliz e, o principal: protegida.

Um animal vacinado corre menos riscos de adquirir doenças contagiosas como Raiva, Adenovirose, Leptospirose (quatro tipos), Parvovirose, Hepatite infecciosa, Cinomose, Coronavírus e Parainfluenza, principais enfermidades que afligem os cães. No caso dos gatos, além da Raiva, serão evitadas Panleucopenia, Rinotraqueite, Calicivirose e Leucemia Felina, entre outros.

Um programa específico de vacinação é o melhor caminho para evitarmos surpresas desagradáveis com aquele que será nosso amigo para uma vida toda. O primeiro ciclo da vacinação se inicia com apenas 45 dias de vida (até oito semanas). São indicadas de três a quatro doses da vacina polivalente, conhecida popularmente como V10, até por volta dos quatro meses do animal. Ele protegerá seu pet das doenças apontadas mais graves e citadas acima. Quando seu pet completar 12 semanas de vida, se faz necessário a aplicação da vacina antirrábica. Ambas devem ser reforçadas anualmente.

“Normalmente inicia-se o processo de vacinação a partir de 45 dias de vidas. O ideal é que o processo comece entre 45 e 60 dias”, explica a médica-veterinária Mariana Buck, do Hospital Veterinário Santa Inês. “Habitualmente a gente faz entre 3 e 4 doses de V10, com intervalo de 21 a 30 dias entre cada dose. Não menos de 21 dias e nem mais que os 30. E o paciente só estará imunizado após a terceira ou quarta dose, dependendo da faixa etária e de suas características”, observa.

Existem três tipos de vacinas: a viva-atenuada (replicantes), a inativada (não-replicantes) e a recombinante, diferenciadas pela maneira da qual são produzidas. A atenuada é feita através de microrganismos vivos e servem para proteger seu animal de vírus, a inativada, composta por microrganismos mortos, é indicada contra bactérias, e a recombinante, através da retirada de um fragmento do DNA do patógeno.

Doses de V10 devidamente aplicadas, chega a hora da antirrábica, que são aplicadas a partir de 90 dias de vida do animal. No primeiro ano, aplicada uma única vez. Ainda filhotes, os pets ainda devem ser submetidos às vacinas de gripe (duas doses) e contra a giárdia, doença causada por um protozoário, em outras duas doses. “São iniciadas de acordo com a escolha do médico-veterinário e de acordo com o paciente. E podem ser aplicadas desmembradas ou simultâneas. Varia de acordo com o porte do animal, sua idade…”, diz a veterinária. E alerta: “Passado todo esse processo, a vacinação continua sendo aplicada uma vez por ano, para sempre, durante toda vida do animal. Aquele leque de várias vacinas é só nos filhotes. Adulto recebe a dose reforço: uma V10, uma raiva, uma gripe e uma giárdia, também junto ou desmembrado.”

Prevenção de parasitas

Além de não falharmos na vacinação dos nossos bichos de estimação, nós tutores devemos buscar auxílio veterinário também à prevenção dos parasitas: os endoparasitas, que são as verminoses, e os ectoparasitas, as incômodas pulgas e carrapatos.

“Existem vermífugos de amplo espectro que aplicamos por via oral. Gosto de fazer essa prevenção em média duas vezes por ano”, avalia Mariana Buck. “Mas também depende do estilo de vida (do pet). Se ele tem muito contato com terra, grama, acabamos optando por doses a cada quatro meses. Aumentamos a frequência de duas para três por ano.”

Vale lembrar que existem vermífugos que não pegam todos os endoparasitas, ou protozoários. “Por isso, temos um programa interno bem bacana no Santa Inês que dá direito a exame de fezes gratuito em até 30 dias (da aquisição da campanha de prevenção). Nele, conseguimos verificar se (o pet) tem outro parasita ou protozoário para ser tratado de uma maneira específica.”

Os ectoparasitas, que ficam no pelo e na pele, também têm de ser prevenidos. E estão recebendo atenção especial no Santa Inês. Além de alergia cutânea, podem transmitir doenças, como vermes: a hemoparasitose. O melhor protocolo de prevenção também vai depender da escolha de seu veterinário. “Não existe receita de bolo. Vai variar com a faixa etária, se é gestante, se tem intolerância a algum produto, uma hipersensibilidade, o estilo de vida, características raciais, peso, porte, a raça. Tem raça que não pode usar determinados produtos. A melhor profilaxia será realizada junto do médico-veterinário. Se um animal tem problema no fígado, por exemplo, não vai poder usar a mesma prevenção de uma paciente hígido. Da mesma maneira que um filhote de 30 dias não vai usar a de um paciente de 6 meses”, esclarece a veterinária.

Nesta gama de prevenção, existe também a dirofalariose, o “verme do coração” – um parasita parecido com a lombriga, mas que se aloja no coração dos cães. Muito comum nas áreas litorâneas e de represas, já existem estatísticas que chegou a São Paulo também. E o tratamento é muito parecido ao oferecido nos casos de ectoparasitas, com as características do bicho sendo um ponto de partida para o melhor diagnóstico.

É importante destacar que vacina polivalente e de raiva devem ser reforçadas anualmente. Assim como a busca por prevenção contra parasitas deve ser algo regular. Não espere algo acontecer para buscar o auxílio veterinário. Venha para o Santa Inês, conheça nossos pacotes de prevenção, com valores diferenciados, e deixe seu animal de estimação feliz e livre das doenças.

 HOSPITAL VETERINÁRIO SANTA INÊS

Avenida Santa Inês, 1357
Fones: (11) 2265-6911 | (11) 94507-3240 | (11) 94507-2974
Avenida Leôncio de Magalhães, 745, Jd. São Paulo
Fone: (11) 2985-8606